


“quase que ao vivo”
É a cara da machina do tempo
O primeiro passo foi convencer os caras da banda
A fazer um trabalho assim, depois encontrar o estúdio adequado, o técnico etc
A idéia era colocar num Cd todo o clima, o som que a banda faz no palco fomos pro estúdio e gravamos tudo junto, ‘ao vivo’, guitarra, baixo, vozes e bateria...
Sem metrônomo e outras frescuras
Aí aconteceu!
Músicas próprias e tudo...
Ah! Ouça a todo o volume!
Um comentário:
Roger!!!!
é vc mesmo!!! Hoje abri o jornal e vi o teu nome no projeto Usina das Artes. Nem sei se vc vai lembrar, mas a gente estudou junto no Imperatriz Leopoldina e vc tinha um monte de cabelo na época. Como vc está? e o que fez nesse tempo todo? Lembro que vc desenhava super bem e até ficou me devendo um retgrato meu...agora quye sei por onde vc anda, vou cobrar, rsrsrsrs.
Me manda um email pati.machado@ig.com.br Vamos nos falar!! Bjs!!
Postar um comentário